sábado, 7 de agosto de 2010
Catalizador da Evolução
Sugestão de música: http://www.youtube.com/watch?v=SX2aJPHFGY8
Livros são a maior ferramenta da humanidade para divulgação de conhecimento. Mesmo com o advento da internet os livros ainda na humanidade tem um papel importantíssimo na transmissão de histórias, história e conhecimentos.
Não sou um leitor assíduo de livros, mas leio muito textos. Mal posso numerar os livros que já lí, de tão poucos, mas sei que boa parte da minha mentalidade foi moldada a partir do que existe em livros. Desde pequeno quando meus pais liam para mim livros para eu ir dormir, livros educativos que formaram a base de minhas reações e noção moral, ou nos filmes, jogos e artigos baseados em livros, que, com seus personagens icônicos, refinaram minha visão de mundo e objetivos.
Sempre tive uma imaginação muito fértil, Mandag Súlimo que o diga, viajamos MUITO por horas e horas tardes e manhãs na escola a fora lidando com as histórias que imaginávamos e brincávamos (Role Playing), junto com outro amigo meu, Vítor, formamos verdadeiras histórias baseadas em muitas outras coletadas de vários livros, ou filmes (baseados em livros) como O Senhor dos Anéis, ou sagas de jogos como Warcraft (baseado também em Tolkien), ou em contos de Mitologia Grega, Nórdica, Egípcia, contos de vampiros, História Antiga, e mais tantas outras fontes que pesquisava e lia para por em prática naquele nosso universo. Algo que ainda guardo na minha memória de forma muito ativa, depois de anos de desenvolvimento, e sempre exponho quando jogo RPG.
Minha primeira associação quando penso em livros é primeiramente histórias, histórias que não necessariamente podem ser capitadas apenas em livros, já que filmes, por exemplo, transportam o que no livro está em escrita, para a forma oral. Repetirei novamente (e provavelmente se cansarão de ver eu falar sobre), o Senhor dos Anéis. Assisti em 2001~2002~2003 os filmes, e depois disso nunca mais fui o mesmo. Cacei internet a fora informações, revi os filmes N vezes, aprendi muito com cada passagem, sei de todo aquele universo sem ter contato direto com o livro, mas sim com a essência que dele passa, e o que aquilo engatilha em mim, demonstrando como que palavras passadas podem ser tão catalizadoras de nosso desenvolvimento.
Outro exemplo disso é Matrix, outro filme que alterou minha visão do mundo, com toda aquela sua filosofia oculta, que ativou em mim a curiosidade de estudo de certos aspectos existenciais que outrora nunca imaginaria. Graças a esse evento catalisador do filme passei a ler muita coisa sobre os temas nos filmes contidos, ou o que do próprio filme existe espalhado por ai e muita gente nem imagina. Sou orgulhoso por ter uma interpretação muito diferente dessas histórias.
Enfim, livros, filmes, o que seja, são formas de transmissão de conhecimentos, ideias, imaginações, fantasias, que nos ajudam a moldar nossa forma de ver o mundo, de desenvolver-nos como ser-humano, darmos mais valor em pequenos gestos, sabermos entender melhor os desafios que nos chegam, e aproveitar melhor os momentos de alegria que nos cercam, para evoluirmos nossa visão de mundo, pra ver além do que apenas nos dizem, perceber-nos e perceber o mundo. Um mundo mudado.
Tschüs!!
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Leia um livro.
Minha história com a leitura começou aos sete anos, quando nas férias de julho eu consegui ler o meu primeiro livro (A Branca De Neve E Os Sete Anões), e desde lá queria sempre ler mais e mais. Meus pais dizem que eu me trancava no quarto e lia os livros que encontrava pela frente, até os do colégio, lia revistas e jornais também. E o mais curioso que ninguém na minha família gosta mesmo de ler.
E esse amor todo pelos os livros parece que com o passar dos anos só se torna mais e mais forte. Como se parte da minha felicidade dependesse dos mesmos. Na verdade, muitos amigos meus já me apelidaram de ‘’A menina que devorava livros’’. Haha. Porque chego a ler um livro por semana, durante os dias de aula, ou quatro livros, como foi nas férias.

Mas, acho que agora irei falar um pouco sobre os livros que eu gosto. Na verdade, um livro que eu li na infância e releio até hoje é ''A casa sinistra'', é óbvio que o nível de interpretação dele é fácil e também não há muitos mistérios, mas já ouviram falar quando algum livro te encanta desde a infância? Com esse é assim. Eu também tinha outro livro que falava sobre a amizade, que eu adorava reler.
Outro livro que eu li, na verdade esse não faz pouco tempo, é Eu Sou O Mensageiro. É um livro com um vocabulário simples, porém com uma história encantadora. O li em três dias e devorava cada página. Esse livro mostra que todos nós temos vidas imperfeitas, até porque, recorrendo ao clichê, nada é perfeito, porém podemos sim transformar nossa vida em alguém melhor com coisas tão simples e com significado tão grande. No caso, o livro conta como ajudando outras pessoas o personagem principal pode perceber o quanto – apesar de todos os problemas que tinha-, ele era especial e podia fazer bem a outras pessoas. E acho que isso vale para todos nós começarmos a pensar em uma maneira de fazer outras pessoas felicidades e principalmente ficarmos em paz com nós mesmos. Não é um livro de auto-ajuda, e isso é que o faz ser tão belo.
Do mesmo autor, a menina que roubava livros, é um dos meus preferidos. O peguei emprestado de uma amiga da minha mãe e confesso que virei uma madrugada inteira lendo o mesmo. Eu não conseguia parar, todos os detalhes, as lições de amizade, amor, as histórias sobre a segunda guerra mundial (gosto de estudar sobre isso) foram encantadoras para mim.

Na verdade, não gosto de abandonar algum livro, por pior que seja sua leitura, acho que estarei perdendo uma história que me poderá ser útil algum dia. E bem, com tanto gosto pela leitura, acabei criando, graças a minha professora do fundamental, o gosto pela escrita. Fui, por cinco anos, para o recital de poemas do meu antigo colégio. Meu primeiro ano recitando foi em 2001, com sete anos. Funciona da seguinte forma: todas as turmas de primeira a oitava série escrevem poemas de sua própria autoria. Então, os três alunos com as melhores poesias, de cada sala são selecionados. Claro, que com o tempo fui tomando mais gosto por esse mundo fascinante. E agora, há dois anos tenho um blog, onde escrevo textos narrativos e contos.
Bem, queria me prender a mais detalhes, falar mais sobre esse assunto tão admirado por mim, porém estou sem tempo hoje. Desejo um bom final de semana! (:
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Não se vive sem.

Para começar esse post quero citar uma frase do Bill Gates.
Mais espera? Bill Gates em um post sobre livros?
Isso mesmo!
"É claro que meus filhos terão computadores, mas antes terão livros."
(Bill Gates)
Entendem? o que eu quis dizer?
Ninguém consegue viver sem nunca ler um livro.Ler acalma, faz chorar, ler alimenta a alma, ler é sexy.
E nesse post que espero que esteja bom tanto quanto os posts do meu amigo que estou cobrindo a folga.
Então falarei de autores que para mim são sagrados e pelo que vi ainda não falaram.
CAIO FERNANDO ABREU! e TOLKIEN e JOHN GRISHAN
Caio pra mim é Deus, não porque todo mundo gosta, caio é até meio modinha, mais eu gosto da maneira com que o caio joga as palavras no papel, como ele coloca de uma forma tão fácil de se imaginar, de compreender a razão e as verdades, de se imaginar, gostos, cheiros, movimentos, cenas. Sem falar que ele as vezes parece escrever sobre mim.
"Frágil – você tem tanta vontade de chorar, tanta vontade de ir embora. Para que o protejam, para que sintam falta. Tanta vontade de viajar para bem longe, romper todos os laços, sem deixar endereço. Um dia mandará um cartão-postal de algum lugar improvável. Bali, Madagascar, Sumatra. Escreverá: penso em você. Deve ser bonito, mesmo melancólico, alguém que se foi pensar em você num lugar improvável como esse. Você se comove com o que não acontece, você sente frio e medo. Parado atrás da vidraça, olhando a chuva que, aos poucos começa a passar."
TOLKIEN! Grande, grande e eterno Tolkien, com sua literatura fascinates Tolkien me fez apaixonar por anões, e toda a mitologia, por causa de tolkien eu me interessei mais sobre mitologia nórdica, RPG e historias fantásticas.
"Muitos que vivem merecem a morte. E alguns que morrem merecem viver. Você pode dar-lhes a vida? Então não seja tão ávido para julgar e condenar alguém a morte. Pois mesmo os muitos sábios não conseguem ver os dois lados."
E por ultimo John. Se você gosta de romances com casos de advogados, júris, clientes, bem, esses são justamente os nomes dos livros. O meu preferido é A CONFRARIA. adoro a trama da historia, e foi o primeiro livro dele que eu li, logo me apaixonei. Muitos de seus livros já foram parar nas telinhas, é ele é o Stephen King dos advogados. Um dos escritores mais vendidos no EUA o cara sabe o que faz, e nos encanta, se você pensa em ser advogado leia os livros dele, conheça as historias e se delicie,e se não quiser? Também leia, e se apaixone.
Por falta de tempo não me prolongarei mais em descrições mais deixo essas três indicações, espero que façam bom proveito.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Abra um livro hoje
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Sir Cornwell
Enfim, escolhi para falar de um autor e uma trilogia muito especial para mim: As Crônicas de Arthur do Bernard Cornwell.

"Toque nele, Gorfyddyd e sua vida é minha. Irei enterrá-la no monte de esterco de Caer Idion e chamar os cães para mijar em cima. Darei sua alma aos espiritos das crianças que não tem brinquedos, manterei você na escuridão até que o ultimo dia termine e cuspirei em você até que comece a proxima era e, mesmo então, senhor rei, seus problemas mal terão começado."Gosta de história, idade média, celtas, bárbaros, saxões? De mocinhos com defeitos e qualidades palpáveis, de mulheres fortes, de vilões atípicos? De guerra? De misticismo? Score!!
Merlin em As Crônicas de Arthur. Bernard Cornwell
Esse é o livro perfeitinho para você! Com uma pesquisa super detalhada, o autor conseguiu fazer sua história sobre o Rei Arthur com vários aspectos reais da Grã-Bretanha em que supostamente viveu o personagem.
Ah, mas não tem magia? Tem e não tem.. depende do seu ponto de vista.
A questão é que o foco do livro não é a busca pelo Graal e os cavaleiros da tavola redonda lutando contra o diabo e as forças do mal. O foco é quem era Arthur e como ele conseguia reunir homens e inspirá-los a tentar reunir a Bretanha.
A narrativa do Cornwell é perfeita, a história é contada em primeira pessoa por um dos cavaleiros de Arthur, Derfel Cadarn. Ao longo dos 3 livros você lê sua visão sobre os acontecimentos da Bretanha em guerra e os personagens peculiares da lenda: Merlin (de longe o Merlin mais filho da p*** que eu já li hahaha), Nimue, Morgana, Mordred, Guinevere etc.
Bem, só pelo resumo da sinopse dá para ver as diferenças na estória:
Artur, na verdade, nunca foi rei. Era, sim, o filho bastardo de Uther, que se transformou no principal líder militar britânico no século V. Após a saída dos romanos da ilha, a Britânia viveu um período conturbado, durante o qual seu povo lutou pela posse da terra de seus ancestrais contra os invasores saxões. Uma época em que os velhos deuses tribais dos Druidas resistiam ao domínio dos cristãos e procuravam recuperar o prestígio e o poder perdidos durante a ocupação romana.
Numa terra dividida entre diferentes senhores feudais e ameaçada pela invasão dos bárbaros do oeste, Artur emerge como um guerreiro poderoso e corajoso capaz de inspirar lealdade e unir o país. Uma personalidade complexa, impelida por honra, dever e paixão, que nos é apresentada de maneira jamais vista.
Gosto tanto do modo cru e palpável que os personagens e as situações são descritas que além dessa trilogia do Arthur, também li outros livros do autor: a trilogia Saga do Graal e Crônicas Saxônicas (5 livros...). De longe, Cornwell é meu autor favorito de estórias com guerra, você se sente dentro do campo de batalha sem ficar perdido ou entediado.
Sabe aquela sensação de "estar em Hogwarts" que todo fã de Harry Potter tinha enquanto lia o livro? Pois é, nos livros do Cornwell você se sente entre os corpos apodrecendo no campo de batalha (é isso era para animá-los a ler, hahaha).
Para fechar, uma das minhas falas favoritas do Derfel:
"Entendo que é possível olhar nos olhos de alguém e de súbito saber que a vida será impossível sem eles. Saber que a voz da pessoa pode fazer seu coração falhar, e que a companhia dessa pessoa é tudo que sua felicidade pode desejar, e que a ausência dela deixará sua alma solitária, desolada e perdida."É isso, aqui tem o primeiro capítulo do livro caso alguém queira conferir.
O Rei do Inverno. Bernard Cornwell
Até a próxima.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Livros/Escritores
Eu adoro ler e escrever, já podem supor que eu adorei o tema da semana hehe, claro. O meu Skoob irá ajudar muito nessa missão de citar livros. Também amo escrever, e falarei um pouco disso no fim do post.
Momento Leitor
Ontem eu terminei de ler O Senhor da Chuva, gostei do livro, apesar de ter bastantes errinhos ortográficos que incomodam ao longo da leitura, o livro é bem interessante, a história é envolvente, gostei da maneira que o autor a conta. Clicando no nome do livro você terá acesso à resenha que acabei de fazer, caso tenha interesse em saber mais, e a imagem te leva diretamente ao site oficial do autor.
Estou lendo O Silmarillion, o livro no começo é muito entediante, dá vontade de parar de ler mesmo, eu lia um capítulo por dia e olha lá, só lá para o meio ele começa a ficar realmente interessante, espero não demorar muito para terminá-lo, e depois farei também uma resenha dele.Citarei agora os melhores livros que já li, e eu só farei resenha deles depois que relê-los.
O autor narra de maneira fantástica os contos do livro, utiliza de bastante violência e apela para a realidade do submundo do crime. O jeito que ele escreve é envolvente, você sente compaixão pelo personagem, você se sente envolvido na trama, o ódio do personagem principal se torna o seu ódio.
Esse é um Best-seller, e é o melhor Best-seller que eu já li, realmente a história faz jus às vendas. O livro mostra outro lado da Alemanha Nazista, e o autor descreve-o fabulosamente. "Quando a morte conta uma história, você deve parar para ler." Com essa incrível frase o autor consegue captar toda a atenção pretendida, e deixar todos curiosos e morrendo de vontade de ler a história. Justamente pela história não ser contada pelo ponto de vista humano o livro toma todo um ar especial.
There and Back Again. Indiscutivelmente é o melhor livro que eu já li. O começo te dá um ar de suspense, você fica pensando "O que será que vem por aí?". A cada capítulo você fica mais preso ao livro, não vendo a hora de descobrir o desfecho da mirabolante aventura em que Bilbo fora enfiado. A Terra Média é incrível e você fica fascinado por seus seres. Toda a fantástica história de O Senhor dos Anéis só foi possível devido as aventuras desse peculiar hobbit, um tanto rabugento e preguiçoso com uma pitada de bravura e coragem.
Momento Escritor
Desde quando comecei a jogar RPG venho escrevendo estórias e mais estórias. Comecei escrevendo (digitando) um livro de um personagem vivenciando aventuras pela fantástica Terra Média. Eu não gosto muito de escrever à mão, prefiro mil vezes meu teclado macio e o computador ligado com um bom som para me inspirar. Retornando ao pobre livro, o pc teve um sério problema (provavelmente eram vírus, não me lembro), e teve que formatar. Eu com minha incrível memória esqueci-me de fazer um backup do livro (Y). Esse foi o trágico começo da minha história como escritor.
Hoje em dia estou escrevendo um livro de realidade fantástica, já tenho a estória inteira na cabeça, e ela renderá de 5 a 7 livros, isso eu decidirei exatamente quando terminar o primeiro, pois depende do tamanho de cada livro. Escrevo também contos no meu blog "Sussurros da Escuridão", quem ainda não conhece pode dar uma olhada e passar a conhecer um pouco do meu estilo, lembrando que esses contos são sempre adaptados (no tamanho, nas descrições, e nas reduções de falas) conforme a música. Eu evito falas em quase todos os contos pelo curto espaço para encaixar toda a estória. Faz algum tempo que não escrevo porque estava empenhado num projeto de contos para uma coletânea, que futuramente divulgarei aqui, mas até o fim da semana pretendo deixar mais um conto no blog.
Você pode se perguntar de onde vem tanta criatividade. Eu digo que é graças ao mundo do RPG (de mesa) em que cedo adentrei, além de muitos livros e filmes. Muito de Vampiro - A Máscara e O Senhor dos Anéis, um pouco de Dungeons & Dragons e Warcraft RPG, esses foram os principais RPGs que fizeram parte de toda a minha adolescência e estão presentes até hoje em minha vida. Para você que não está entendendo nada e não tem a mínima noção do que é RPG é só clicar na imagem ao lado.
Por hoje é só pessoal (:
domingo, 1 de agosto de 2010
Felicidade
Inconscientemente buscamos estar felizes, até nos pequenos gestos como fazer um desenho no canto da folha do caderno, revirar nossas memórias, fazer uma careta ou naquela vontade espontânea de pular nos braços de alguém; é algo que nos faz sentir bem, sentir-se livre e descontraído, independente de estar no meio da chuva, em uma multidão ou numa praia deserta. Ser feliz é uma arte, arte que pessoas pessimistas não são muito compensadas, pois sempre pensando na pior possibilidade de ocorrência, o que eles desejavam não ocorrendo ficarão satisfeitos, pois já era esperado não acontecer. Enquanto isso, os otimistas buscando ver as situações de maneira contrária, antecipam sua felicidade para o momento atual, imaginando como será o esperado, na verdade não é uma forma de "antecipar" mas sim de "multiplicar", mas ao contrário da matemática, dividir felicidades, não é se desfazer e doar para alguém, mas sim uma forma de somar, as suas com a dos outros.
Muitos consideram tristeza o oposto da felicidade, mas isso não é totalmente certo, pois se pensarmos em um ente muito querido que está indo morar em um país distante, o qual não teremos possibilidade de fazer uma visita. Por um lado ficamos tristes pela pessoa se afastar, mas por outro, esta pessoa está indo satisfazer seus desejos, cumprir seus deveres e continuar a crescer como pessoa, logo ficamos felizes por isto, uma mistura de felicidade e tristeza, dois sentimentos se confrontando, mas que com o tempo aprendem a conviver, e se amenizam.
Mas onde eu posso ir pra comprar felicidade? Você não compra, você adquire. Quando você é você mesmo, quando deixa de fazer coisas da qual não se sentiria bem ao fazer, quando faz aquelas que gostaria, quando está auxiliando a felicidade de alguém, quando está com pessoas que lhe fazem bem a presença, quando ouve uma música que desperta algo em você, quando lembra do que passou e lembra que é passado, quando pensa no futuro e vê que as coisas podem ser diferentes.
Por: "@Remarujo XD"
