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domingo, 1 de agosto de 2010

Felicidade

Felicidade é estar contente com sí próprio ou com as pessoas ao nosso redor, mesmo quando tudo não está perfeito, o momento é vivido intensamente e perpetua na memória; é uma mistura de sentimentos que nos faz querer continuar com quem estamos e fazer com que o tempo parasse; é uma adrenalina calma que expressamos na face e nas ações. Está ligada a diversos outros sentimentos: quando vencemos um medo, quando fazemos uma conquista, quando acompanhamos a felicidade dos outros; também é um dos sentimentos que compõe o amor e do qual nos sentiríamos menos humanos sem.

Inconscientemente buscamos estar felizes, até nos pequenos gestos como fazer um desenho no canto da folha do caderno, revirar nossas memórias, fazer uma careta ou naquela vontade espontânea de pular nos braços de alguém; é algo que nos faz sentir bem, sentir-se livre e descontraído, independente de estar no meio da chuva, em uma multidão ou numa praia deserta. Ser feliz é uma arte, arte que pessoas pessimistas não são muito compensadas, pois sempre pensando na pior possibilidade de ocorrência, o que eles desejavam não ocorrendo ficarão satisfeitos, pois já era esperado não acontecer. Enquanto isso, os otimistas buscando ver as situações de maneira contrária, antecipam sua felicidade para o momento atual, imaginando como será o esperado, na verdade não é uma forma de "antecipar" mas sim de "multiplicar", mas ao contrário da matemática, dividir felicidades, não é se desfazer e doar para alguém, mas sim uma forma de somar, as suas com a dos outros.

Muitos consideram tristeza o oposto da felicidade, mas isso não é totalmente certo, pois se pensarmos em um ente muito querido que está indo morar em um país distante, o qual não teremos possibilidade de fazer uma visita. Por um lado ficamos tristes pela pessoa se afastar, mas por outro, esta pessoa está indo satisfazer seus desejos, cumprir seus deveres e continuar a crescer como pessoa, logo ficamos felizes por isto, uma mistura de felicidade e tristeza, dois sentimentos se confrontando, mas que com o tempo aprendem a conviver, e se amenizam.

Mas onde eu posso ir pra comprar felicidade? Você não compra, você adquire. Quando você é você mesmo, quando deixa de fazer coisas da qual não se sentiria bem ao fazer, quando faz aquelas que gostaria, quando está auxiliando a felicidade de alguém, quando está com pessoas que lhe fazem bem a presença, quando ouve uma música que desperta algo em você, quando lembra do que passou e lembra que é passado, quando pensa no futuro e vê que as coisas podem ser diferentes.


Por: "@Remarujo XD"

sábado, 31 de julho de 2010

Sentimentos

Já aviso que estou sobre efeito de medicamentos (gripe $#@!), então meu texto pode estar um meio estranho riariariari


Sentimentos... A característica que mais define um humano. Seu poder destrutivo ou benéfico pode levar a ascensão na vida ou a morte.
Vejo os sentimentos como "filtros", lente dos olhos. Moldam a forma que interpretamos o mundo. Pois quando estamos com sentimentos ruins, tudo fica ruim, e quando estamos com bons sentimentos, tudo tende a ser melhor. Como lentes de óculos nos fazem enxergar o mundo de formas diferentes, uma brincadeira que num dia tira boas gargalhadas, n'outro dia pode causar desentendimentos.


Amor. Não vejo como sentimento, e sim como um misto de sentimentos: Desejo, felicidade, tristeza, ciúme, raiva, ódio, satisfação, loucura... Algo que é tão forte que confunde completamente nossa "tão evoluída" mente humana, uma batalha de razão e emoção. Um exemplo bom é o filme "O Amor é Cego" (aquele em que o rapaz se apaixona por uma mulher que é gorda, mas ele enxerga ela magra), que também mostra como é um filtro, uma "lente" em nossos olhos que mudam a nossa forma de enxergar.


Sentimentos são paradoxais, porque através DELES reagimos diferentes com o meio externo, mas através do que vivenciamos no meio externo geramos sentimentos, logo, é uma inconstante. Nossa vida é navegar pelos sentimentos, lidando com os sentimentos dos outros, catalisando assim nossa evolução como pessoas, já que uma vida sem emoções, não tem graça! =)

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Medo.

Olá, e então chegou novamente meu dia de postar. Tenho que concordar que o tema dessa semana é difícil e tenho dúvidas se conseguirei falar sobre algum sentimento, porém vamos lá. Falarei então do medo. Sentimento perturbador esse. Só quem o sentiu, pelo menos alguma vez na vida, sabe do que falo.

O medo nos impossibilita de realizarmos as mais variadas coisas, seja de falar com alguém que admiramos muito, porém não sabemos qual será a sua reação ao ouvir o elogio que temos a dizer, ou o medo de não conseguir levar em frente algum sonho nosso. Não conseguimos juntar coragem suficiente para realizar nossos sonhos, e sabemos que isso é tudo fruto do medo.

Sentimos medo e sentimos um frio na barriga. Mas é diferente do frio na barriga quando estamos com a pessoa amada, sabe? É um frio sombrio, obscuro. E acho que ninguém gosta de sentir essa sensação.

O medo também está presente quando vamos dar um passo novo em nossas vidas, quando desejamos mudar alguma coisa. Ter medo de mudanças, mesmo as querendo demais, é algo natural de muitas pessoas. É algo natural meu também. Confesso que já deixei de realizar muitas coisas por causa desse sentimento, e me arrependo. Desde o deixar de falar para alguém o quanto ela é especial, ao medo quando vejo alguma barata. É estranho falar disso nesse momento, mas também existe esse tipo de medo, e eu não poderia deixar de citá-lo aqui.

Existem medos bobos e medos que se duvidarmos, com o tempo podem se tornar doentio. Imagine uma pessoa que não consegue viver porque tem medo de se arriscar, de perder, de se machucar. É bem verdade que ninguém gosta de sentir nenhuma dessas situações que acabei de citar, porém quem não perde o medo e arrisca, não vive.
Ah, mas é tão clichê falar assim. Porém é um clichê totalmente verdadeiro. Então, por mais que alguém diga que não sente medo de nada, essa pessoa, no seu mais íntimo sente medo de algo sim. Às vezes até de uma coisa que para as outras é tão banal sentir medo.

Mas enfim, termino por aqui, espero que tenham gostado, tentei falar um pouco sobre esse sentimento que às vezes faz pessoas deixarem de realizarem até seus sonhos.
Um beijo e ótimo final de semana para vocês!

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Amor Filial

Ao longo da minha vida e em meus relacionamentos descobri que amor de um para com outro (namorado(a), noivo(a), amante...) não existe, ou então ainda nao consegui compreender que não é apenas ilusão. Esse tipo de amor se dá atraves de convivencia, podendo acabar de uma hora para outra e facilmente ser reiniciado com outra pessoa."Que seja eterno enquanto dure." Então o aproveite enquanto estiver bom. rsrsrs

Já o amor filial é único! E esse sim é VERDADEIRO com todas as letras.


Imagine um feto dentro da barriga de uma futura mamãe em seu quarto mês de gestação. Antes mesmo do bebê nascer os pais já o amam INCONDICIONALMENTE. Um amor entre o pai e o filho, aquele amor que já existia antes mesmo de nascermos. Um amor que permanece conosco por toda a nossa vida e nos seguirá até mesmo além do túmulo. Os filósofos chamavam este amor de Ágape, amor por mais uma razão a não ser de existir.

Sinceramente, não sei o que eu seria sem esse amor, sem meus pais e principalmente sem minha mãe. Devo tudo o que sou a eles, sempre me apoiram e me amaram intensamente. Nos altos e baixos, sempre foram eles que estiveram e que sempre estarão ao meu lado!
Esse tipo de amor é o que eu admiro, esse é o amor que eu sempre levarei comigo!

Pai, Mãezinha, obrigado por tudo!
Amo vocês!!!


*Um post bem pequeno mesmo sendo o tema escolhido por mim, entretanto quando comecei a escrever não conseguia mais parar, não tinha explicações suficientes, e comecei a contar toda minha vida para mostrar como esse amor é importante para mim(E não só para mim né?!). Era um post inviável para os leitores, ninguém teria saco de ler. Apaguei e resolvi tentar explicar o amor filial com poucas palavras assim como ele é: Sincero, Único, Direto e Verdadeiro!

E quando a gente perde?

Quando fui informada sobre o tema fiquei com um certo receio, não sabia ao certo o que escrever, nem sobre qual sentimento.
Pensei em falar sobre o amor, mas eu não sou boa em falar sobre sentimentos bons. Então pensei em falar sobre o ódio, mas acho que também não saberia falar bem sobre ele.
Mas hoje eu assisti ao filme Sempre ao seu lado, é a terceira vez que assisto, e é a terceira vez que eu choro, sou uma pamonha, eu sei.
Então eu parei pra pensar no “sentimento” de perda, ou “sentimentos”, porque quando perdemos alguém é como uma avalanche de sentimentos e sensações, que te inundam, e você fica lutando para não se perder em meio a toda confusão.
O que mais me deixa aflita é que eu nunca perdi ninguém que eu realmente amasse, e eu não estou falando de perder alguém para outro alguém, e sim de perder alguém para a morte, porque só ela é capaz de levar a pessoa pra sempre da sua vida.
A maior perda que eu tive foi minha cachorra (por favor, não ria, doeu muito). Quando ela se foi eu quase entrei em depressão (mesmo), chorava todos os dias, e sentia como se um pedaço de mim tivesse ido embora. Como eu disse, foi a minha maior perda, e é isso que me angustia, eu amava ela, mas ela era um animal, uma cachorra, e quando for uma pessoa?
E quando for meu pai ou minha mãe? Aqueles que se preocupam porque você ouve músicas “hereges” e sentem medo pela sua “pouca religião”. Aqueles que te irritam quando não te deixam fazer algo, ou quando tiram da parede um pôster de um cara que morreu de overdose, mas que você ama e admira. Aqueles que ficavam preocupados quando você aprontava algo. Aqueles que te amam, aqueles que você realmente ama.
Uma pessoa que eu realmente ame, que eu sempre tive ao meu lado, em minha vida. Penso como vai ser, porque a morte é cruel, ela não dá chance para você se despedir, para um último abraço, para uma última palavra. Ela pega a pessoa e a leva embora, aquela pessoa que você tanto ama, some. Deixa apenas vestígios de tudo o que já aconteceu, mas se vai e leva junto um pedaço de você que nunca voltará, esse pedaço também se vai para sempre, para um lugar qualquer, ou para o nada.
E o que fica? Sentimentos, eu imagino. Frustração, saudade, tristeza, muitos sentimentos misturados. E eu tenho medo, muito medo. E por quê? Porque eu não sei se vou resistir, se vou aguentar, se vou sobreviver, se vou conseguir seguir em frente.
Eu sou fraca, e sei que vou perder essas pessoas, mas não sei se vou compreender, se vou resistir. Tenho a impressão de que toda essa dor vai me abater, vai me derrubar, e eu sei que esse tipo de perda não vai ser curada com uma boa música, nem com um bom livro, e tenho minhas dúvidas se uma boa companhia também irá resolver.
Não sei que nome dar a esse sentimento de perda. Dor? Não sei, acho que dor é singular demais para um sentimento assim.
Não sei ao menos como é sentir tudo isso em seu ápice, então vai ser difícil eu descrever o que queria.
Mas e você? Como você lida com isso?

terça-feira, 27 de julho de 2010

Deleite

Há algum tempo tenho vontade de pesquisar sobre o real significado do sentimento deleite. O termo ficou mais comum no meu vocabulário quando li Sandman e um dos perpétuos* tinha esse nome.

Então, aproveitei esse post para pesquisar mais sobre esse sentimento taxado comumente como pecaminoso:

Deleite significa «prazer suave e demorado; voluptuosidade;
delícia; gosto**

Não acho que seja um sentimento que ocorre somente durante o prazer sexual. Deleitar-se comendo chocolate, descobrindo alguma coisa nova, vencendo um desafio, pensando em um amor platônico, ouvindo uma música, lendo um livro, vendo um filme.

Fico pensando como fugimos constantemente desse sentimento. Colocamos a desculpa na falta de tempo ou de não saber aonde procurar coisas simples que nos agradam (e que não nos fazem mal, claro - chocolate sempre não pode...). Tem gente que prefere se drogar e ficar alto para conseguir sentí-lo ao invés de simplesmente acrescentar coisas em sua vida que a façam sentir isso constantemente. Depois de sentir o deleite parece que nos renovamos. É exatamente assim quando eu termino de escrever uma estória ou finalizo alguma criação que por um bom tempo ocupou minha mente.

We're in such a hurry most of the time we never get much chance to talk. The result is a kind of endless day-to-day shallowness, a monotony that leaves a person wondering years later where all the time went and sorry that it's all gone.

Zen e a arte da manutenção de motocicletas. Robert M. Pirsing.
Acho que todos podem se deleitar com alguma coisa pelo menos uma vez por dia. Prestar atenção nos detalhes de um momento interessante, apreciar aquilo, ao invés de deixá-lo fugaz e jogado a mais um horário da agenda.

Post super curto porque a semana tá apertada, mas aposto que vocês se deleitaram por não precisarem ler aqueles posts imensos...

* Os perpétuos: Sonho, Morte, Destino, Desejo, Delírio (antigamente Deleite), Destruição, Desespero. Leia mais sobre em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Perp%C3%A9tuos

**retirado de: http://www.ciberduvidas.com/pergunta.php?id=19598

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Sentimentos

Olá caros leitores, o Guru Rorschach escolheu o tema “Sentimentos” para essa semana.

Finalmente estou muito bem (de saúde) hehe, e esse tema é muito difícil, o mais difícil que já tivemos em minha opinião. Existem vários sentimentos e eu não quero focar em um, seria um desastre.

Vamos começar pelo amor, ahhh o amor, para muitos ele existe à primeira vista, para mim é algo que é construído ao longo do tempo. A paixão é o que existe à primeira vista, aquela vontade de conversar com a outra pessoa, de estar junto dela, de agarrar ela, isso é paixão, é um sentimento sublime, é capaz de fazer as pessoas perderem a cabeça e fraquejarem diante dele.

Já que comecei falando de amor não posso deixar o sentimento que anda mais próximo dele de lado, o ódio. Eles andam praticamente de mãos dadas, no momento que um desaparece o outro surge, quando um fraqueja o outro da às caras, são os sentimentos mais poderosos, e como ouvi/li uma vez e jamais esquecerei: "Você é fraco... por quê? Por que ainda falta ódio." Pode parecer que é apenas uma frase de pessoas desgostosas com a vida, mas essa frase serve para abrir o olho das pessoas para a realidade, saírem da ilusão que o excesso de bons sentimentos pode causar nelas, e serem mais racionais com as decisões que tomam.

O equilíbrio, não é um sentimento, é a perfeição que a junção de todos os sentimentos procura alcançar, o equilíbrio é a perfeição, por isso o Yin Yang é o grande símbolo para mim.


Deixarei aqui embaixo um vídeo fantástico que fala e consegue mexer com muitos sentimentos. (Eba, a Mavors me ensinou a colocar vídeo aqui, muito obrigado minha linda :)




Por hoje é só pessoal (: